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Uma noite em Paris (1940)

 


Ao levantar o pano ouvimos um barulho em off de uma Mercedes. O barulho assusta uma senhora e um homem que conversam. Dois soldados alemães seguidos de
um oficial entram em cena. O Mercedes pertence ao oficial que parece alterado.


Oficial- Como assim vocês não me trouxeram os relatórios? Quantas vezes vou ter que pedir para me trazer aquela maldita papelada?!

Soldado 1- Até tentamos, capitão, mas alguns funcionários da prefeitura não nos deixaram levar. Disseram que queimariam as contas se insistíssemos.

Oficial- Uma ordem é uma ordem, soldado. Ou você acha que teríamos conquistado a França se não tivéssemos seguido as ordens do Führer?

Soldado 1( amedrontado)- Não, capitão, jamais teríamos conquistado.

Soldado 2- Aqueles velhos funcionários acham que ainda trabalham por conta. Eles não se tocaram ainda, capitão, que a França caiu diante de nosso exército.

Oficial- Caiu, mas, é preciso saber administrar. Senão fica aquelas guerrinhas internas que minam qualquer sistema. ( Ele olha seriamente para os outros dois em cena que não o percebem).

Soldado 1 ( SOLÍCITO)- Capitão é só mandar novamente que buscamos ainda hoje.

Oficial- Irão buscar agora! É quase meia- noite! Arrombem aquele maldito portão! Preciso mostrar as contas ao meu superior depois de amanhã.

Soldado 2- Não será difícil arrombar aquele prédio. Os franceses não se preocupam com a segurança de seus prédios administrativos.

Oficial( autoritário)- Vão logo. Quero os papéis ainda hoje.

Soldado 1 e 2- Sim, senhor. ( Batem continência e saem).



O capitão tira um revóver e atira para cima. A senhora e o homem se assustam e saem correndo.


Oficial( coloca o revólver na cintura)- Se fosse outro seria direto na cabeça dos infelizes(Sai).


Fim.


Yo no soy un poeta, pensador, artista o cualquier otra persona que aman. Así que si mi escritura es que se puede llamar así, es sólo mía y de nadie más va a ir conmigo y cuando yo muera.

Poeta
wessouza
Poeta wessouza
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Fecha 23/3/2012 15:26:36
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