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Poemas -> Tristeza : 

Seis pequenas elegias

 





I- Johann

" Mas que novo mundo é este
Que devo ir senão fluidez, vaguidade
E um sem nada para conhecer?
A Terra sempre foi meu predileto
Ser, não desejo uma vida sem alimentar-me,
Dormir tranquilamente após horas de labor,
Uma bela esposa para sempre amar, que
Farei eu diante de almas que cantem ou
Encontram-se diariamente para elevar-se
Cada vez mais aos mistérios fundamentais do
Divino?

Não, deixa-me aqui, não posso apenas
Olhar para um rio cristalino e
Mesmo que ainda possa sentir a
Água se tocá-la, é tão pouco
Apenas essas sensação descorporificada".
" Como poderia estar entre
Almas que não almejam
Viver em novo altar, pois
Terás milhares para viver?"

II
Cristiano Venturelli


" Ando pelas tumbas elevadas
Noite e dia, não posso deixar
De andar neste recinto, acaso
Um novo espaço cabe a minha
Solidão? Não, esses túmulos são
Meus mundos pequenos, ah, ver
Sempre o ser humano que
Derrama uma lágrima piedosa
Nestes túmulos. Estarei eu
Vivendo uma nova morte?
Oh, é possível! Se morrer
Novamente é deixar-me entregar
Por este lugar que ao dia
O sol bate e um leve frescor
Toma todos os meus sentidos
Aos quais nunca percebia em estado corpóreo ,
Ah, mas que morte desejada! Mesmo que
Este mundo possa trazer-me
Mais entendimento, estarei eu
Nada aproveitando aqui entre os
humanos?
Meus passos neste lugar não
Assustam, aqueles que com receio
Ficarem, terão meu silêncio, já que
Essa voz se deve calar, ao menos
aqui quero estar".

III
Ludwig Hess von Buss

" Já que estou morto, acaso ir
Para um novo mundo pode me
trazer o que?
Ah, nunca fui querido em vida,
As grandes belezas corpóreas nunca
Me chamaram, não recebi beijos ou
Abraços, o outro não pode dar-me
Isso, apenas uma vida que nunca
Sonhei nem mesmo agora.
Andar por estradas desertas, correr
De multidões e sempre entregar-me
A pensamentos pessimistas, aqui e não lá"

IV
Dmitri Vakhtangov

Ainda poder ouvir a Internacional na
Residência de um socialista fiel, nada mais pode causar-me
emoção.
Não desejo ir a um local que supostamente é
Outra vida, sentir e gostar.

V
Orlando

Deixem-me aqui em minha rua.
Ainda posso ver tanto que não
Vi em meus muitos anos de existência.

VI
William

Prefiro acordar sempre ouvindo
Esta vida a jamais descansar
E sempre perguntar-me se
Realmente ainda pertenço a humanidade.

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Poema
Fecha 1/10/2018 1:00:14
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