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A morte cíclica

 






Eu morri em um momento
Onde o sorriso de tristeza e desamparo
De todos aqueles que acreditavam
Eram quimeras em corpos transformados.


Morri em uma idade onde
Cascatas e e rios secaram e
A vida estava cheia de miséria,
Dor e esquecimentos fátuos.


O fogo queimava devagar
Entre as cavernas, o vento
Tocava por entre as folhas secas
E não havia muito para ver.


A morte me levou a
Margem indefinida
Eu queria compartilhar, mas meus
Pensamentos eram margens indefinidas.

Em centenas de vezes, minha
saída foi repetida depois de
Tudo que ocorria, todo pensamento ou
Sentimentos de êxtase eram únicos,
O êxtase e a união eram deleites fantasiosos.

Depois de a morte tomar-me por
Ciclos que foram fechados no mundo,
Portas antes misteriosas abriram-se
Na caverna dos segredos de uma época remota,
Neste mundo eu vivi como aquele ser
Que deseja vivências inspiradoras,
Mas que encontra apenas o monstro da
Ilusão a corroer meus pensamentos sofridos.

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Poema
Fecha 7/9/2018 18:34:11
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