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Quero me perder
no calendário romano,
humano ou beltrano,
afinal, tempo é partido
e dele me tomo posse
e me escravizo;
deitado lê seus dias
que agonia, que agonia.

Quero me perder
não,
não quero dar com os burros n’água,
ficar com a cara extasiada
como criança mimada;
quero perder o tempo,
desprender a palavra mais alta,
aliviar minhas lentes mundanas.

Meus cálculos de perda temporal,
que anunciam temporais
e que na janela nem passarinho canta,
no máximo uma mariposa chega
na planta,
que estendi em meu quarto azul,
que afundei nos teus negros olhos,
que olharam, olharam e molharam.

Todo meu chão manchado de tinta,
meu pé arranhado pelo asfalto,
meus sonhos atravessados,
nas nuvens, nos universos inteiros,
de todos os irmãos que enxergo,
deitados na chuva,
esperando a sorte alcançá-los
esperando...

E nada posso lhes acometer,
senão sou punido por quem me habita
ou quem sabe, é só um canto
que tomou forma num corpo qualquer
e que trabalha em forma de poesia;
é recíproco, é leve, é levitante,
é um muro feito com areias claras,
mas e o mar que é o mar não as alcança.

Poeta
fbrum
Poeta fbrum
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Poema
Fecha 17/1/2011 5:33:13
Lecturas 1116
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Autor Hilo
martinpoeta
Enviado: 17/1/2011 5:52  Actualizado: 17/1/2011 5:52
Interesado
Interesado
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Conectado: 15/1/2011
Desde:
Envíos: 7
Icon Re: Calendário
Hola, es un poema muy desarrollado. Tiene intensidad y una profunda consistencia.

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