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Serei só eu? - VI

 
No computador os meus apontamentos. Normal que já esteja um bocado perdida no meio de tanta papelada. Algumas coisas contei outras guardei talvez mais tarde as transcreva, e esta cabeça sempre a fervilhar com recordações antigas, outras actuais, pensamentos sobre o que se passa actualmente.
Vivemos na era da cegueira. Ninguém ou só alguns pensam no futuro. Entristece-me pois previ muitas das coisas que se estão a passar.
Neste País onde vivo o ambiente está feio, não há onde ir para tomar um café para ver gente! A que vejo está suja, sem gosto, animalesca, sem educação sem maneiras civilizadas mal vestidas tudo terceiro mundo. Até a iluminação parece mais fraca, as ruas sujas e rodeadas de casas novas, mas que aparentam ser velhas é deprimente! Escusado será dizer que escrevi isto no regresso a casa num dia que tinha necessidade de espairecer. Mal entrei fui logo mudar as lâmpadas, de 25w para 40w! Penso: -Vou dar uma volta, para quê? Se em casa já há tristeza, lá fora há muito mais! Portanto pergunto: que faço? Como vou ultrapassar esta fase? Se calhar nunca. As toupeiras (sabem? aqueles animais que vivem debaixo da terra) hoje vivem por cima e nós, os bem formados com princípios morais e valores ancestrais vivemos escondidos. Que mudança! É ISTO O PROGRESSO? Hoje só há antros a que chamam discotecas de droga, prostituição etc. onde a “gentinha” do jet set que aparecem em todas as revistas se vão pavonear a fazer de conta que são Senhores e Senhoras com os seus penteados elas cheias de mechas coloridas e extensões para tornar os cabelos mais compridos com os seus grandes decotes para mostrar o silicones, as saias ou calças no fundo da barriga, para quando se baixarem se ver o fio dental, eles com o cabelo como se tivessem levado uma descarga eléctrica todo de pé cheios de cores dignas de um palhaço, já nem falo nas maquilhagens e outras aberrações. De copo na mão, sempre atrás dos fotógrafos para aparecerem nas revistas. Entretanto não sabem por onde andam os filhos com quem e a fazer o quê.
Onde estão os serões alegres, os convívios em família onde a juventude aprendia com os mais velhos? Que fizeste ó homem do mundo que Deus te emprestou para passares a tua vida? E do futuro que esperas? Que miséria tão grande… gentalha insignificante, onde vamos parar? Para onde vamos? Dei-me conta que estou invulgarmente desconfortável contudo o que me rodeia. Hoje levantam-se metem-se nos carros por pagar, elas todas iguais o corpo emprestado pelas clínicas de estética, eles com roupas de “marca” que é feita em qualquer sítio e sem qualidade nenhuma, todos à moda. Todos com GPS, MP3, telemóveis última geração.

E as crianças uma lástima, uma dor de alma, 5, 6, 7….todas com saias ou calças iguais aos pais, 2,3 ou 4 brincos em cada orelha e isto é que é hoje a felicidade, dos Pais. Que são, iguais ou piores, aberrações da natureza e tão convencidos com os “monstrinhos” em que tornaram os seus filhos. É um massacre total do ser humano.

O saber estar, o saber ser pessoas, com letra maiúscula, o saber educar, não existe. Se a civilização continua por este caminho pouco falta para um Mundo humano acabar são muitos anticristos para um Cristo só. Que Deus nos defenda e ajude. A luz da sabedoria terá que ser muito forte para estes pobres “cegos” verem pelo caminho que levam. Hoje, foi um dia negro, tive luz suficiente para ficar assustada, como só não posso fazer nada, recolho-me em casa e pouco olharei pela janela.


Escrbo para todos.El verano fué con el el sol las fiestas,la playa los amigos que encontramos en vacaciones,deseo que par el año o sea verano otra vez para todos,un abrazo a mis compañeros de Latino Poemas hasta siempre.
Carminha Nieves.

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Fecha 20/9/2009 12:55:08
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